segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vale do Douro




A Região duriense é o cenário perfeito para os amantes da natureza em estado puro. Repleta de veredas e recantos, esta Região atrai os que simplesmente apreciam passear, caminhar, andar de bicicleta e os mais aventureiros, em busca de precipícios, gargantas e falésias para as actividades mais radicais como escalada.
Longe da poluição e do bulício das grandes cidades, é uma das maravilhas naturais de Portugal. As suas colinas estão repletas de vinhas.
É o lugar ideal para passar férias.

Trabalho realizado por: Henrique Barros nº9
Paulo Marques nº 24

Prémio Nobel da Paz


Liu Xiaobo


Natural da República Popular da China, Liu Xiaobo é um intelectual e activista pelos direitos humanos e por reformas na República Popular da China.
Desde 2003 que é presidente da secção chinesa do PEN club, uma entidade internacional de escritores.
Em 8 de Dezembro de 2008, foi detido em resposta à sua participação na assinatura da Carta 8, sendo formalmente preso em 23 de Junho de 2009 sob suspeita de "incitar à subversão contra o poder do Estado". Foi acusado pelos mesmos motivos em 23 de Dezembro do mesmo ano, e condenado a 11 anos de prisão em 25 de Dezembro.
A 8 de Outubro de 2010, foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Paz. O Comité Nobel Norueguês justificou-o "pela sua longa e não violenta luta pelos direitos humanos fundamentais na China".


Trabalho realizado por:

Francisco Silva Nº13
Mário Gil Nº19

domingo, 9 de maio de 2010

Segurança nos espaços públicos _ Marta Ferreira

Escrita com imaginação...



O TESOURO RARO

Era uma vez um arqueólogo chamado Rúben Peterson. Era alto, moreno, forte e com cerca de trinta e três anos. Rúben Peterson era um homem bastante inteligente, aventureiro e destemido.
O seu maior sonho era encontrar um tesouro perdido. Este tesouro não passava de uma planta raríssima utilizada para fabricar um medicamento que iria ajudar muitas pessoas a viver melhor.
Esta planta, além de rara, só se encontrava numa de uma enorme floresta tropical da América.
Rúben Peterson convidou dois amigos seus cientistas que também conheciam e procuravam a planta e decidiram juntos procurá-la.
A viagem foi feita de avião até à América. Depois de aterrarem, a restante viagem tinha de ser feita a pé, porque a floresta era muito densa e não existiam estradas. Rúben era o líder e decidiu iniciar a longa caminhada até ao local onde se encontrava a planta. A jornada era difícil devido ao clima muito quente e húmido.
Ao fim de três dias de caminhada foram capturados por uma tribo de índios e levados para a sua aldeia. Quando chegaram à aldeia, Rúben decidiu falar com o chefe da tribo, porque era o único que conhecia a sua língua. Depois de explicar ao chefe o que pretendia, foram libertados e continuaram a sua aventura.
Após ultrapassar este obstáculo, o arqueólogo encontrou outra dificuldade; a floresta tinha um dos maiores labirintos que Rúben tinha enfrentado. Com os seus conhecimentos de arqueologia, conseguiu descobrir o caminho até à planta que se encontrava mesmo no centro deste labirinto.
Rúben Peterson ficou fascinado com a sua descoberta. A planta era de folhas amarelas e o seu caule era branco, não havia dúvidas de que era uma planta muito rara.
Com este tesouro, Rúben conseguiu ajudar milhares de pessoas e como homenagem esta planta passou a chamar-se Rúbenamarelada.

Ruben Samuel, nº 26

Escrita com imaginação...




O CONCURSO

Era uma vez uma princesa chamada Luana que estava apaixonada por um príncipe que se chamava João Pedro. Ela tinha um sonho, que era casar-se com ele.
Um dia foi passear para o seu jardim e encontrou uma caixinha muito bonita, com umas flores e estrelas. Abriu-a e dentro da caixa tinha um amuleto cinzento que dizia: ´´ Se neste amuleto pegar, dois desejos se vão realizar ``.
E a princesa Luana disse baixinho:
- Desejo casar com o príncipe João Pedro e…e…e não quero utilizar agora o último desejo!
No dia seguinte, o príncipe João Pedro foi ao castelo da princesa e pediu a sua mão em casamento, deixando-a aos pulos de alegria.
- Afinal a caixinha deu resultado! – exultava a princesa.
Depois do casamento estar marcado, uma fada, muito mas muito má, ameaçou a princesa dizendo:
- Se casares com o príncipe João Pedro, transformo-vos em gatos feios!
- Mas o casamento já esta marcado, não posso desmarcar agora! -explicou a princesa, amedrontada.
- Vou-te dar uma oportunidade! Mas para isso terás de vencer as minhas capacidades num concurso! - propôs a fada muito mas muito má.
- Pode ser! - concordou a princesa, sem outra alternativa.
A fada má chamou a sua amiga, que tinha um nariz muito grande, chamada Justiceira, para que esta fosse a moderadora do concurso. A Justiceira começou por explicar como funcionava o concurso e quem acertasse mais vezes ganhava.
- Primeira pergunta! - anunciou a Justiceira - Quanto é quarenta mais vinte menos um?
- Sessenta! - disse a fada muito mas muito má.
- AhAhAh! A resposta correcta é cinquenta e nove! - corrigiu a princesa, alimentado uma pequena esperança de poder vencer a fada.
- Quem acertou a primeira pergunta foi a princesa – informou a Justiceira.
- Segunda pergunta: Qual é a gata mais famosa do mundo?
- A minha gatinha Frufru! - respondeu prontamente a fada muito mas muito má.
- Não, é a Hello Kitty! - respondeu a princesa.
- Quem acertou foi outra vez a princesa! - informou a Justiceira - Agora vamos para a última pergunta. Têm que soletrar a palavra ´´desorganizada``.
- D-e-s-s-o-g-a-n-i-s-s-a-d-a. Esta era fácil! - disse, confiante, a fada muito mas muito má.
- D-e-s-o-r-g-a-n-i-z-a-d-a. A minha é que esta certa! - respondeu, convictamente, a princesa.
E a Justiceira anunciou:
- Quem ganhou o concurso foi a princesa!
A princesa Luana, muito feliz, casou-se com o príncipe João Pedro e viveram felizes para sempre no seu castelo.
Quanto ao seu segundo desejo, Luana preferiu guardá-lo para uma outra ocasião, não fosse a fada aparecer de novo e estragar a sua felicidade.
A Fada, envergonhada com tanta ignorância, fechou-se na sua gruta com os seus gatos e morcegos e nunca mais apareceu em público.

Paula Ferreira, nº 22

Escrita com imaginação...




ARIANA E A PEDRA MÁGICA

Era uma vez uma princesa chamada Ariana que vivia num magnífico palácio, numa terra em que a felicidade e a harmonia reinavam.
Ariana era órfã. Seu pai, antes de morrer, deixara-lhe uma carta com um mapa e algumas pistas que a conduziam a um tesouro. A princesa apenas sabia de que algo valioso se tratava, pois uma feiticeira lutava já há muitos anos para o alcançar.
Sem tempo a perder, Ariana pegou no seu cavalo branco e dirigiu-se para a terra encantada.
Durante a viagem, a feiticeira criou-lhe alguns problemas. Ariana galopava no seu cavalo e deparou-se com um enorme tronco caído na floresta. O animal tentou saltar mas não conseguiu e caiu. A princesa tentou ajudá-lo e apercebeu-se que este estava gravemente ferido. A feiticeira, através de magia, tentou levitar a carta, numa tentativa de a conseguir roubar. Ariana quando se apercebeu, já a carta estava a esvoaçar em direcção à feiticeira. Com toda aquela confusão que se seguiu, a princesa ficou um pouco atordoada e desmaiou.
Aproximava-se um galopar…
Quando voltou a si, apercebeu-se que o galopar que ouvira era do cavalo do príncipe Augusto, que veio em sua defesa e conquistou a carta, para além de derrotar a feiticeira.
Ambos seguiram o percurso indicado no mapa e chegaram à terra esperada. Ao encontrar o tesouro, descobriram que se tratava de uma pedra mágica que realizava desejos.
Voltaram ao palácio, casaram e viveram felizes para sempre.


Inês Moreira, nº 10

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Escrita com imaginação...


UMA AVENTURA NO EGIPTO

Olá! Eu chamo-me Ana e sou uma arqueóloga muito curiosa. Sou alta e magra e gosto muito de usar roupas largas e sapatilhas. O meu maior sonho era poder descobrir um tesouro que se pensava estar dentro do túmulo da rainha Cleópatra, no Egipto.
Cada vez estava mais confiante de que iria conseguir alcançar o meu sonho, e então comecei a investigar tudo sobre o tesouro. Decidi que no dia seguinte partiria para uma grande aventura.
Levantei-me cedo, tomei o pequeno-almoço, peguei na mochila, que já estava preparada, e saí de casa.
Fui de helicóptero até uma terra muito distante e, a partir daí, tive de ir a pé até ao deserto. Quando lá cheguei, encontrei três enormes pirâmides.
Decidi entrar na primeira pirâmide. Um cientista maluco veio ter comigo e perguntou-me:
- O que está aqui a fazer?
- Estou à procura do tesouro do Egipto – disse eu. – Porquê? Também o conhece?
- Claro que o conheço e estou aqui à procura dele – respondeu o cientista. – Agora afaste-se desta porta porque eu vou procurá-lo aqui!
Aborrecida, fui-me embora e decidi entrar na segunda pirâmide, contudo, uma raposa do deserto impedia que alguém lá entrasse.
Desolada, vi que só me restava a última pirâmide. A entrada estava livre mas tinha um aspecto assustador, pois estava coberta de insectos. Mas tinha de ser, pois queria alcançar o meu sonho.
Quando lá entrei, fiquei espantada com o que vi porque era muito diferente daquilo que eu estava à espera: tinha um enorme jardim cheio de cactos com flores bonitas e perfumadas.
Fui andando e encontrei uma borboleta muito colorida e fora do vulgar, pois tinha o dom de falar a língua dos humanos. Ela ficou minha amiga.Contou-me que o cientista maluco que eu tinha visto antes, tinha preparado vérias armadilhas na pirâmide onde estávamos.
De repente olhei para o chão e vi uma luz a piscar, apanhei-a e vi que era o mapa do tesouro que eu procurava. Seguimos as indicações do mapa e, pelo caminho, encontrámos várias armadilhas mas lá conseguimos escapar.
Estávamos já muito perto do tesouro quando, à nossa frente, apareceu o cientista, que gritou:
- O tesouro é meu!
E, nesse momento, lançámo-nos os dois sobre o túmulo. De imediato sentimos que éramos empurrados por um vento muito forte. Quando abri os olhos, reparei que eu e a borboleta estávamos no cimo de uma montanha e ao lado encontrava-se uma pequena arca cheia de jóias em ouro.
Estava muito feliz e maravilhada com o que vi.Ofereci-o então ao Museu do Cairo para ser apreciado por todo o mundo.
Esta foi a melhor aventura que eu já vivi.

Marta Lobo Nº20

POESIA: O menino Azul

POESIA: Leilão de Jardim, Cecília Meireles

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