segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As minhas leituras...

Título da obra: Ser diferente

Autor: Vítor Baía

Personagens da história:
O Ricardo, a mãe, a menina bonita e o rapaz pobre.


Resumo da história:

O Ricardo era um menino que tinha um feitio muito feio. Todos os dias pedia qualquer coisa à sua mãe. Via na sua escola umas sapatilhas de marca, chegava a casa pedia à sua mãe. No dia seguinte, via uma camisola de marca, chegava a casa e pedia à sua mãe.
Não havia quem calasse a ânsia de qualquer coisa nova, reluzente, interessante, que tivesse visto em qualquer lado e gostasse.
A mãe poderia estar de mau humor, mas cedia sempre. Ricardo tinha sempre tudo o que queria e cantava sempre vitória. Dizia à sua mãe se não lhe desse o que queria, iria ser um menino diferente e não teria amigos.
Um dia, Ricardo viu passar uma menina muito bonita à frente dos seus olhos. Até parecia que flutuava com poderes especiais.
A menina bonita falou para um rapaz e Ricardo pensou logo que ele era diferente, por causa dela não falar com ele. Olhou, olhou e Ricardo não viu nenhuma roupa de marca, nenhum relógio giro, nem ténis de desporto a sério.
Ricardo, irritado, foi para casa e a mãe admirou-se de ele não lhe ter pedido nada. Perguntou à mãe se gostava dele e se lhe dava um abraço. A mãe aceitou e deu-lhe um abraço, depois de lhe ter respondido que gostava muito dele.

Gostei de ler este livro…
... porque uma pessoa não gosta uma da outra por causa de ser rico, usar roupa de marca, ténis de marca, entre outras coisas, mas pelo que é.


Nome: Rúben Samuel Cunha Moreira, Nº 27

As minhas leituras...


Título da obra: Os contos de Beedle o Bardo “ A coelha Babita e a árvore Tagarela”.

Autor: J.K. Rowling

Personagens: Charlatão, Rei, Babita.

Resumo da história:

Um dia um rei quis ter poderes mágicos e criou uma brigada de caçadores de bruxos. Pôs em todas as cidades do país cartazes a dizer que precisava de um instrutor de magia.

Apareceu um charlatão que não era instrutor de magia e enganou o Rei com truques básicos. O charlatão pediu muito dinheiro e rubis e o tolo do Rei aceitou. Todos os dias o Rei e o charlatão treinavam no jardim. Uma lavadeira, chamada Babita, observava-os todos os dias.

Um dia Babita riu-se do Rei muito alto e ele ficou magoado. No dia seguinte chamou a corte para ver os seus feitiços. O charlatão espreitou para dentro da casa da lavadeira e viu que era uma bruxa e disse-lhe ele que ajudasse o Rei na sua actuação.

Estava a correr tudo bem com a ajuda da Babita, até que pediram para trazer a vida de volta a um cão, mas não existia feitiço para tal feito.

O charlatão disse que foi a Babita que estava a parar o feitiço que o rei estava a executar.

Os caçadores perseguiram-na mas ela transformou-se em árvore e os guardas cortaram-na ao meio, mas ela não morreu e disse que os feiticeiros não morriam sendo cortados ao meio e pediu-lhes para experimentar no charlatão e ele, antes de ser cortado, confessou todas as maldades que fez.

Gostei deste livro porque: é muito divertido e curioso e ensina-nos que os mentirosos são sempre apanhados, de uma maneira ou de outra.

Trabalho realizado por : Luís Ferreira Nº16

A mulher na sociedade

As minhas leituras...


Título da obra: A princesa da chuva

Autora: Luísa Ducla Soares

Personagens da história: A princesa, a rainha, o rei e as três fadas.

Resumo:

A história começou quando nasceu a pequena princesa Princelinda. A rainha Regina queria fadar a sua filha e mandou pôr um anúncio no jornal.

Passados três dias, apareceram três fadas no palácio para fadar a princesinha. Como pagamento, a primeira fada pediu um coche de ouro puxado por dez cavalos. A segunda queria a jóias da rainha. A terceira queria o dinheiro dos cofres do estado. Os reis, um pouco indecisos com tudo o que pediram, lá aceitaram.

A primeira fada fadou-a para ser boa, a segunda para ser bela e a terceira, quando a ia fadar, ouviu-se um estranho ruído de água a cair. Era a princesa a fazer “chichi”, então fadou-a para ser a princesa da chuva e, por onde passava, chovia.

A princesa Princelinda foi crescendo e cada vez havia mais água no reino e a população estava a ficar descontente. A princesa, ao ver o que estava a causar, decidiu ir embora.

Logo, no dia seguinte estava um lindo dia de sol, procuraram a princesa, mas não sabiam onde ela estava. Com tanto sol, o reino começou a arder e quando a princesa soube, voltou para apagar o fogo. Como forma de agradecimento, ergueram uma estátua da princesa, das três fadas e da ama. No fim da cerimónia de inauguração, a princesa despediu-se dos pais e partiu.

A minha opinião:

Gostei de ler este livro, porque achei-o muito interessante, e como diz o ditado, “Não há bela sem senão”.


Inês Moreira Nº 10

As minhas leituras...


Título da obra: Ulisses

Autora
: Maria Alberta Menéres

Personagens da história: Ulisses, Penélope, Telémaco, Polifemo, Circe, Euríloco, Minerva, Profeta Tirésias e a mãe de Ulisses.

Resumo da história:
Há muitos anos atrás um poeta grego, Homero, contou no livro “A Odisseia” a história de Ulisses.
Ulisses vivia na ilha grega Ítaca com a sua mulher Penélope e o seu filho Telémaco. Ele era o rei dessa pequena ilha, era muito aventureiro e manhoso, mas todos gostavam dele.
Um dia, os troianos raptaram Helena (rainha grega), Ulisses foi obrigado a ir para a guerra, contra a sua vontade. Foram difíceis esses dez anos de guerra, mas acabaram por ganhar graças às manhas de Ulisses. Assim, construíram um cavalo de madeira, em que esconderam lá dentro alguns marinheiros, os restantes esconderam-se nas montanhas. Os troianos viram aquilo como uma homenagem dos deuses pelos seus trabalhos.
De noite, Ulisses e seus marinheiros atacaram os troianos, também facilitou o facto de aqueles acreditarem que os gregos tinham abandonado Tróia. Conseguiram capturar a rainha Helena e, agora que o trabalho estava feito, o que Ulisses mais queria era voltar para casa.
Mas no regresso viveu muitas aventuras e desventuras. Foi parar a uma ilha em que tudo era gigante. Vivia lá um homem de um só olho, que era também gigante, que devorava homens, davam-lhe o nome de ciclope. O ciclope chamava-se Polifemo, prendeu-os numa gruta, mas Ulisses teve uma ideia: quando ele estivesse a dormir, eles cegavam-no e atavam-se por baixo das ovelhas, assim, quando o ciclope fosse pastar as ovelhas eles fugiam, e como estava cego não os via debaixo das ovelhas. Também enfrentou uma feiticeira, chamada Circe, que transformou os marinheiros em porcos, mas Ulisses, com a ajuda da erva da vida que Minerva lhe deu, que o protegia da má sorte, conseguiu que a feiticeira devolvesse de novo a aparência dos marinheiros. A feiticeira Circe avisou-o das sereias e dos seus encantos que atraíam os homens para o fundo do mar. Aconselhou-o, a ele e aos marinheiros, a porem cera nos ouvidos para não ouvirem o canto das sereias. Mas Ulisses insistiu que queria ouvir o canto, então, eles não tiveram outra opção senão amarrá-lo ao mastro, para ele não ir com as sereias.
Em Ítaca, as coisas estavam a correr um bocado mal, todos julgavam Ulisses morto, assim, Penélope tinha de voltar a casar. Havia muitos candidatos, mas Penélope, à espera do regresso de Ulisses, dizia que quando acabasse de tecer uma teia, escolhia um dos candidatos, mas ela não queria casar com nenhum deles, então tecia de dia e desfazia à noite.
Ulisses, finalmente, conseguiu chegar a Ítaca, vestiu-se de mendigo, para que quando os pretendentes o vissem não o matassem. Telémaco, seu filho, era o único que sabia disso. Mas para conseguir matar os pretendentes, Telémaco convenceu-os que as armas deles precisavam de ser limpas, e assim eles ficavam desarmados. Depois, Ulisses fingia que pedia uma esmola, até que ele e Telémaco, com os seus arcos em flecha, matavam os pretendentes.
Assim o fizeram, Ulisses recuperou a sua mulher, voltou a ser o rei de Ítaca e ficou conhecido como um herói de mil façanhas.

Gostei de ler este livro… porque é interessante saber como Ulisses ultrapassava todos os seus obstáculos e porque gosto de mitologia grega.

Trabalho realizado por Afonso Mendonça, Nº1

As minhas leituras...


Título da obra: Estrelinha
Autor: Nuno Castelo
Persongens da história: Estrelinha, Sol, Lua e Nuno

Resumo da história:
Era uma vez uma Estrelinha que vivia no espaço com a sua mãe, a Lua, e o seu pai, o Sol.
Um dia, o pai ordenou-lhe que descesse à Terra para fazer boas acções às pessoas e que por cada boa acção que fizesse, a Estrelinha ficaria com os olhos mais brilhantes.
A Estrelinha ficou muito triste, porque iria ficar com muitas saudades dos pais, mas por outro lado, ficou contente porque iria ajudar os outros.
Os pais deram-lhe um telemóvel para que quando tocasse, a Estrelinha subiria de novo para o Espaço.
Então a Estrelinha desceu ao planeta e transformou-se numa menina muito bonita mas também muito pobre que até dormia ao frio na rua.
Todos os dias, sem ninguém lhe pedir, a Estrelinha espalhava o bem por todo lado. Os seus olhos brilhavam cada vez mais, até que um dia ajudou um rapaz muito bonito chamado Nuno. Eles conheceram-se bem, até que se apaixonaram e todos os dias iam fazer boas acções pelas ruas.
Certa noite, a Estrelinha revelou ao Nuno que os seus olhos eram brilhantes porque era filha do Sol e da Lua e, brevemente, ia ter com eles ao Espaço.
Na manhã seguinte, o Nuno acordou e viu que a Estrelinha se tinha ido embora, mas tinha deixado o seu telemóvel de ouro e prata. O Nuno abraçou o telemóvel e todos os dias fez boas acções.
Os anos passaram, até que o telemóvel tocou, o Nuno transformou-se em Estrela e subiu para o céu. Viveu feliz no Espaço com a Estrelinha.
O telemóvel ficou na Terra para que os outros seguissem o exemplo do rapaz.

Gostei de ler este livro porque...
A história fala da amizade, de ajudar os outros quando eles precisam e do amor que pode existir entre as pessoas.

Marta Lobo
Nº20

As minhas leituras...


Título da obra: A Menina do Mar

Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen

Personagens da história: O Rapaz e a Menina do Mar

Resumo da história:
Era uma vez uma casa que se situava nas dunas, nela vivia um rapaz que passava o dia todo a brincar na praia.
Ele fazia muitos passeios até à praia e, certo dia, num desses passeios, ouviu umas gargalhadas estranhas. Escondeu-se atrás de umas rochas e viu um caranguejo, um polvo, um peixe e uma menina muito pequenina, todos eles muito divertidos.
Na manhã seguinte, foi novamente até à praia e, com curiosidade, agarrou na menina e prometeu-lhe que não lhe faria mal nenhum. Sentaram-se então os dois, um em frente ao outro, a Menina contou-lhe a sua história e falou-lhe do fundo do mar e de todas as coisas que lá existiam. Ela podia respirar dentro da água como os peixes e fora da água como os homens. Contou-lhe também que era a bailarina da Grande Raia daquele mar. O rapazinho também lhe contou sobre as coisas na terra, incluindo o sentimento da saudade, que ficava no coração quando as coisas de que se gostava se iam embora. A Menina ficou a saber sobre o sabor da Primavera, do Verão e do Outono, o sabor dos frutos, a frescura das árvores, o calor das montanhas e do sol. E então ela quis ir ver a terra, tão espantada com o que ficou a saber. Mas ela não podia, porque era uma menina do mar.
O Inverno chegou e ambos ficaram muito tempo sem se ver.
Um dia, a Menina do Mar enviou uma gaivota ao rapazinho, com a mensagem de que já sabia o que era a saudade. A Menina também mandou perguntar se ele queria ir ter com ela ao fundo do mar. Mas, ele sabia que não podia ir porque não era um peixe. Então, a gaivota deu-lhe um frasco com um suco lá dentro. Se ele o bebesse passaria a poder viver dentro do mar como os peixes e fora da água como os homens. Decidiu beber o suco, sentiu-se alegre e feliz, contente como um peixe. Aproximou-se de um golfinho que estava à espera dele, para o levar para o mar. Nadaram muitos dias e muitas noites, através de calmarias e tempestades.
Finalmente, chegarem à gruta onde vivia a Menina do Mar. E o rapazinho ali ficou a viver, forte como o polvo, sábio como o caranguejo e feliz como um peixe.

Gostei de ler este livro… porque é uma história muito interessante.

Trabalho realizado por Afonso Mendonça, Nº1

POESIA: O menino Azul

POESIA: Leilão de Jardim, Cecília Meireles

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